Não pedi nada

Em duas situações, uma em Istambul e outra em Lisboa, me senti uma mendiga. Mesmo não tendo pedido nada. Entretanto, o coração das pessoas resolveu entender assim.
Em Istambul dou até razão pra quem nos deu um chá preto às 7 horas da manhã, na porta do aeroporto, depois de uma noite mal dormida no chão do lugar.
Em Lisboa fiz uma ação por boa fé: expliquei e levei um casal de turistas para o ponto desejado e ganhei um dinheirinho.

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O paradoxo do mentiroso e o sistema de saúde pública no Brasil e em Portugal

Título estranho, eu sei! Pensei nele após uma consulta que fiz em um hospital privado em Lisboa por um médico brasileiro.

O paradoxo do mentiroso, que não sei explicar as questões filosóficas e lógicas (para isto deixo para o meu primo doutor em Filosofia, Guilherme A. Cardoso), mas que de forma sintética sobre o paradoxo da frase “Todos os cretenses são mentirosos”, profanada por Epimênides, que é da Creta, em 600 a.C. Em uma das explicações poderia se entender que Epimênides também era mentiroso, uma vez que, também era cretense.

Em outro contexto, ouvi a seguinte frase do tal médico: “Sabe, os brasileiros são complicados. A classe média com um poder aquisitivo maior, não frequenta o sistema público porque vê como algo mau. E ainda não querem se aproximar dos mais pobres”.

Vamos analisar esta situação vivida no hospital e explicar algumas questões.

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