Plenitude 2017

O ano não acabou e temos alguns meses pela frente. De qualquer maneira, o vivido até aqui foi cheio de emoções. Fim de ciclos e início de outros. Morte, defesa da tese, gravidez…

Um misto de sentimentos e de aprendizados.

Talvez o mais importante deles foi o de sentir a plenitude. Não com tudo o que um dia idealizei quando tivesse 34 anos, mas ainda assim, entendendo que a vida tem o seu tempo, tem o seu processo e as conquistas chegam aos poucos.

Há quem diga que o ser se completa ao ser capaz de: plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho.

Imagine só. Tudo isto de uma vez. Pois, 2017, o ano que ainda em percurso consegui “ticar” estes itens previamente definidos por alguém.

Uma coisa de cada vez

Ok, ok. Você pode questionar:  qual foi o seu livro publicado? Este ano publiquei um capítulo no livro “Ensino superior, educação a distância e elearning: práticas e desafios”. Definitivamente, o fim da tese foi uma conquista imensa. Apesar de não ser um livro publicado, foi a minha contribuição científica de alguma forma para os interessados no tema da educação e das tecnologias digitais. Além disso, foram anos estudando. Desde a graduação iniciada em 2003 tinha este sonho. Somente em 2017 fechei este ciclo. Durante estes anos todos, publiquei artigos, capítulos de livros e até entrevistas… Fui semeando.

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Ter um filho. Ainda não nasceu. Estou de 27 semanas. Nasce em novembro. De toda forma, o sentimento da maternidade, do sentir que deixarei marcas genéticas na terra é algo interessante de se pensar. Por outro lado, gerar, criar, educar… são ações que únicas e especiais. Realmente divinas.

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Quando minha família luso soube da gravidez, anunciada logo depois da defesa, ganhei um presente: uma muda de uma macieira para ser plantada. E o ato teve toda uma pompa: piquenique ao fim da tarde, regado com vinho sem álcool para brindar. A árvore foi plantada no terreno da família, simbolizando também o estabelecimento de raízes por Portugal.

E assim, a vida ao 34 anos é completamente diferente do que um dia imaginei. Vivo cada dia, aprendo, sinto e construo novos caminhos. Plena, cada vez mais plena.

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3 comentários em “Plenitude 2017

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