O paradoxo do mentiroso e o sistema de saúde pública no Brasil e em Portugal

Título estranho, eu sei! Pensei nele após uma consulta que fiz em um hospital privado em Lisboa por um médico brasileiro.

O paradoxo do mentiroso, que não sei explicar as questões filosóficas e lógicas (para isto deixo para o meu primo doutor em Filosofia, Guilherme A. Cardoso), mas que de forma sintética sobre o paradoxo da frase “Todos os cretenses são mentirosos”, profanada por Epimênides, que é da Creta, em 600 a.C. Em uma das explicações poderia se entender que Epimênides também era mentiroso, uma vez que, também era cretense.

Em outro contexto, ouvi a seguinte frase do tal médico: “Sabe, os brasileiros são complicados. A classe média com um poder aquisitivo maior, não frequenta o sistema público porque vê como algo mau. E ainda não querem se aproximar dos mais pobres”.

Vamos analisar esta situação vivida no hospital e explicar algumas questões.

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Sentir de tudo

Este texto faz parte da introdução minha tese de doutorado “Convergência na educação: políticas, tecnologias digitais e relações pedagógicas”, recém defendida. Nos 4 anos dedicados ao doutorado os sentimentos são múltiplos, e, muitas vezes, temos a sensação de que não vamos conseguir. Se você está em algum processo de escrita seja de TCC, dissertação ou tese, este texto é pra você. É preciso saber: você não está sozinho e tudo vai dar certo.

Durante a minha banca um dos professores me questionou: “Você se queixou tanto nesta parte do texto o que faria diferente como conselho aos que também estão nesta fase?”

Sei que ele esperava outra resposta mais voltada às questões metodológicas.

Entretanto, só consegui responder: sofrer menos, controlar a ansiedade. Afinal só estaremos pronto para o processo quando o finalizamos.

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