Uma viagem extraordinária.

Quer me chamar pra fazer algum programa? Me chame para ir ao cinema. Se não quiser também não tem problema. Aliás, já fui várias vezes sozinha e não tenho problemas em entrar nas salas sem companhia. Não sei se já falei aqui, mas para mim a 7ª arte é uma das coisas que respiro e não consigo viver sem. Tenho certo preciosismo e costume escolher bastante os filmes que vou ver. Pode chamar do que quiser… eu gosto mesmo de cinema bom. Por isso, só negarei  o convite se estiver relacionado a algum filme blockbuster de ação ou comédias românticas.

Todo esse preâmbulo foi necessário para que pudesse apresentar os filmes que vi nas últimas semanas. Tivemos vários feriados e isso ajudou a me tirar da toca e acompanhar os últimos lançamentos cinematográficos. Nessa semana, vou postar aqui um filme por dia, para que o post não fique assim… tão gigante.

Aconteceu em BH, no mês de abril, o Festival Varilux. Adoro esse festival e, quase sempre, vou a pelo menos um filme. As novidades são boas e normalmente são de filmes que não estrearam no grande circuito.

Esse ano assisti a Uma viagem extraordinária, de Jean-Pierre Jeunet, o mesmo diretor de Amélie Poulain. O filme conta a história de garoto superdotado que percorre os EUA em um trem de carga para ganhar um prêmio sobre a sua invenção: uma máquina de movimento perpétuo. Mesmo sendo apenas um menino de 10 anos, ele já passou por uns maus bocados, como carregar a culpa pela morte do irmão; a desatenção de sua mãe, que dedica a vida pesquisa insetos; e não compreender o amor incondicional de seu pai por seu irmão gêmeo. Destemido ele foge de casa e atravessa os EUA. Ao chegar na premiação todos se surpreendem pela juventude do inventor. O filme é emocionante, mas tenho algumas críticas.

Uma-Viagem-Extraordinária-12

 

Ele foi exibido em um festival de cinema francês, no entanto, foi produzido no Canadá e a história se passa nos EUA, ou seja, a língua era o inglês. Foi uma experiência um tanto quanto inusitada. Outro fato é a direção de Jeunet, ele repete as mesmas associações que faz em Amélie. Lembra dos recursos de animação ou de fazer um recorte na narrativa para lembrar de algum fato? Pois é… novidade nenhuma. Pelo que li em algum lugar, não me lembro exatamente onde, o garotinho é tão famoso nos EUA que por vezes o diretor repensou no protagonista. O ator é superdotado também na “vida real” e já assume vários trabalhos, o que provocou a extensão do tempo das filmagens.

 

E você foi ver algum filme do festival?

 

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