Um domingo qualquer

Conforme falei no post anterior, o tema de ser turista na própria cidade iria ser muito repetido por aqui. Eu adoro bater perna pela cidade afora. Hoje saí pela manhã para curtir o dia de sol e fotografar! Adoro fotografia e isso não é segredo pra ninguém (FlickrInstagram).

Hoje o local escolhido foi a Praça da Liberdade. E não é que descobri uma cidade viva, cheia de coisas despretensiosas acontecendo? Deu um sentimento bom e uma vontade de fazer isso uma rotina. De encher o dia de coisas leves e simples. Vi um mulher sendo pedida em casamento e um grupo de folk irlandês tocando.

Foi uma manhã de domingo tranquila e de bons registros

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Turista na própria cidade (1)

Este será um tema será retomado várias vezes, isto é certo. Sou do tipo que adora turistar na própria cidade. Tem gente que só vai a museus, praças, parques em outras cidades, quando está viajando. Eu não. Adoro descobrir coisas novas em BH. Mesmo quando já passei por um lugar várias vezes eu me deparo com uma coisa nova. Acho isso ótimo e me sinto muito bem fazendo isso!

Pra quem não é de Belo Horizonte (e pra que é, mas ainda não conhece) existe na Praça da Liberdade o Circuito Cultural. Eu já conhecia vários espaços, porém, ainda faltava um; e, ontem fui conhecer: Memorial Minas Vale.

O Memorial é uma homenagem à Minas Gerais e aos seus artistas (Lygia Clarck, Guimarães Rosa, Milton Nascimento,  Grupo Corpo, Sebastião Salgado, Fernando Sabino e outros), às suas referencias culturais (Congado, Artesanato do vale do Jequitinhonha), à arquitetura (há uma maquete da cidade de Ouro Preto), à sua história (tem uma sala incrível contando a história da Inconfidência Mineira) e outros elementos da mineiridade. A proposta é distinta de outros museus e nele há um intenso uso de recursos midiáticos, que promove uma aproximação do público com o acervo.

Ao chegar fiquei um pouco boquiaberta com a arquitetura e com o que ia descobrindo a cada sala. É um espaço que vale a pena demais conhecer. E professor é fogo, né? Estava lá pensando que não posso deixar de levar os meus alunos das aulas de História.

 arquitetura
café
congado
flores
interno
ouro preto
vistadapraca

Horário de funcionamento:
Terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.
Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.
Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

Se você já foi lá me conta o que achou!

Tenho o direito a ficar fora de área

ImagemInspirada nos escritos de “Eu me chamo Antônio” resolvi fazer o meu e junto dele um desabafo. Aliás, faz tempo que queria escrever sobre isso. Não é novidade e várias pessoas tem falado sobre esse excesso de conexão que vivemos hoje em dia. A sensação é a de que temos que estar conectados 24 horas por dia e não importa o lugar ou a situação que você esteja. Isso tem me irritado cada vez mais! As pessoas tem se dedicado mais ao ciberespaço ao espaço “real”. Esquecem de olhar nos olhos, fixam-se nas digitais. Não desligam o smartphone para ir ao banheiro, para assistir a um filme e para fazer amor. O tal aparelho fica ligado 24 horas. E se é esquecido em casa um sentimento de angustia toma conta; se toca ele precisa ser atendido de qualquer maneira, seja lá onde for; o olhar se volta para a tela várias vezes em busca de uma mensagem que não chega nunca, mas você precisa deixar ligado para não perde nada.

Tenho o direito a ficar fora de área.

Quero ter o meu tempo de ler; quero não atender se eu não quiser e se quiser mesmo, falo depois; quero deixar pra lá os perfis fúteis que estão no meu Instagram (porque a conta do Facebook eu já deletei). Quero ser eu sem mostrar pra ninguém. Quero ter ver um filme inteiro sem ser interrompida; quero viver offline também.

Tenho o direito: de ficar fora de área, de responder  um e-mail 2 ou 3 dias depois que eles chega; de não atender o telefone; de deixar pra lá o que se diz urgente, mas não é. Quero viver sem essa necessidade que criaram pra mim; quero as minhas necessidades, principalmente, o meu tempo para estar fora de área.

2 filmes e 2 livros

Uma das minhas metas neste ano é a de ler mais e ir mais ao cinema. São coisas que gosto muito, mas pela correria do dia a dia acabo deixando essas paixões de lado. O ano começou mais lento pra mim e por isso tive tempo de me dedicar à leitura e ao cinema.

Pra começar vou falar de 2 filmes que assisti neste fim de semana e que já estão na boca do povo. Claro que eu não poderia deixar de dar a minha opinião rsrs

O Lobo de Wall Street

Para um filme de Martin Scorsese não poderíamos esperar uma construção diferente, cheio de drogas, sexos e lavagem de dinheiro. O diretor gosta do tema, visto a sua filmologia composto por Taxi Driver e Os Infiltrados, para citar alguns. O filme conta a história de Jordan Belfort (Leonardo diCaprio), um jovem corretor da bolsa que depois de passar pela crise da “segunda-feira negra”, investe em seu próprio negócio. O problema que era um negócio sujo que envolve muito dinheiro e, sobretudo, lavagem de dinheiro. Belfort e seus amigos enriquecem de modo a não saber o que fazer com o dinheiro que ganham, por isso, gastam em festas, bebedeiras, iates, apartamentos e viagens, e claro, droga, muita droga. Maconha, cocaína, lude, limmon e outras. Sejam elas vencidas ou frescas, não importa. Eles querem ficar loucos e ricos.

A narrativa começa interessante e empolgante, em um velocidade inquietante. Talvez no mesmo ritmo que o efeito do Lude provocava nos corretores: exaltação, baba e depois você não se lembra o que fez. Isso porque depois da primeira uma hora e meia, o filme vai perdendo o time e fica meio xoxo, em vista do início da projeção.

Leonardo DiCaprio mostra mais uma vez uma bela atuação e assistir ao Lobo vale a pena para vê-lo. Ele está impecável. Em uma das cenas é possível se contorcer na cadeira de tanta risada (quem assistiu vai saber qual, mas não fazer spoiler). Ele é um concorrente forte ao Oscar de melhor ator, sobretudo, pelo conjunto de suas atuações. Vamos torcer!!!!

Ninfomaníaca

Lars Von Trier tem se tornado um dos meus diretores favoritos a cada filme. Em Ninfomaníaca confirmei minha predileção. Este é o terceiro filme da trilogia da melancolia, iniciado com O Anticristo e Melancolia. Depois de sair da sala de exibição li algumas críticas a respeito falando que era um filme com muitas metáforas e metido a besta. Não achei, mesmo. Sim, o diretor abusa de metáfora para tratar de uma pessoa viciada em sexo, no caso Joe (Charlotte Gainsbourg), mas faz isso de modo que o que menos importa no filme são as cenas de sexo e, claro, são váriasssss. O que mais importa e tentar entender o que levou Joe a ser encontrada jogada no meio da calçada parecendo que tomou uma surra. O filme se assemelha a uma sessão de análise, na qual o Saligman seria o analista.

Diante do burburinho anterior ao lançamento pensei que o filme seria mais sujo e não foi. A história mostra a facilidade de uma garota fazer sexo com qualquer um, mas não se envolver e não se apaixonar. O afeto não existe em Ninfomaníaca. Existe dor e também, obviamente, um complexo de Édipo mal resolvido. Estou aguardando ansiosamente a segunda parte.

Agora os dois livros.

Li nas primeiras semanas dois livros que mexeram muito comigo. Um deles foi Sal de Leticia Wierzchowski, a autora da Casa das 7 mulheres. O livro conta a história da família Godoy e se passa em La Duvia no Uruguay. Não é coincidência e busquei esse livro justamente por isso dãa;;; Bem, ele é uma colcha de retalhos contado pela mãe e pelos irmãos. A vários narradores e a história e bastante envolvente. Li em 3 dias na verdade, pois o livro de tomou e não queria parar de ler. A vida da família em uma ilha assegurada por um farol (virei a louca do farol depois que li esse livro) muda quando um estrangeiro chega e se envolve com eles. Não vou contar para não fazer spoiler. Esta obra é uma novela cheia de personagens que me lembrou muito Cem anos de solidão de Garcia Marques.

O azul é a cor mais quente, de Julie Maroh, li numa tarde de domingo. É um HQ que inspirou um dos filmes mais lindos que vi nos últimos tempos. É uma história lésbica como todos já sabem e conta os dramas de uma menina em descobrir os sentimentos do amor, do ciúmes, do desejo e o sexo. Achei interessante ver o filme e ler o livro quase em seguida, pois entendi que na película alguns informações que no livro são incompletas são evidenciadas no filme. Claro que o diretor alterou várias coisas, principalmente a morte da Adéle, que no HQ se chama Clementine. O livro e o filme são tocantes e sensíveis. Hoje em dia ambos estão circundados em polêmicas, que não quero tratar aqui, pois para mim o que mais importa é “não se escolhe quem a gente vai amar, e a nossa concepção de felicidade acaba aparecendo por si mesma, de acordo com nossa experiência de vida” (p.79).

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Uruguay (parte 3)

Esta será a última parte dos posts sobre a viagem ao Uruguay. Tá bom já, né? Além do que, queria comentar por aqui sobre alguns filmes que vi nos últimos tempos e de uns livros que li também. Assim, pretendo falar de modo breve de alguns aspectos que podem ajudar no planejamento da viagem: gastos e alimentação.

Antes de viajar já tinha visto, em alguns blogs, que trocar o dinheiro por lá valia mais a pena que no Brasil. Realmente! Claro que trocamos um pouco antes para não chegar lá “lisos”, mas deixei para trocar a maior parte do dinheiro em Montevideo. Só para ter uma ideia, no Brasil ficou assim: R$1,00 (um real) — U$U 7,12 (sete pesos uruguaios), lá foi: R$1,00 (um real) — U$U8,40 (oito e quarenta pesos). Parece pouco? Mas quando você vai trocar uma quantia significativa de dinheiro pode sim fazer muita diferença. No final das contas trocar o $$ na capital nos proporcionou 3.ooo pesos a mais no orçamento, o que garantiu tranquilidade durante a viagem. O real deu desvalorizada já que nos sites que consultei diziam que seria possível trocar um real por onze pesos. Não vi nenhum agência de câmbio com essa cotação. Inclusive, considero que fizemos a melhor compra da moeda, pois em várias agências o peso estava variando em torno de 8,05 e até por 7, 30 eu vi.

Você pode pensar que fica difícil trocar a moeda lá, mas não é! Principalmente, se for para Montevideo e Punta, onde são vistas agências de câmbios em vários locais da cidade. A nossa transação foi realizada em uma agência da Ciudad Vieja, próxima a livraria Puro Verso.

Outra ponto que gostaria de destacar: mesmo o real valendo mais que pesos não significa que você fica “rico” no país. Eu tinha essa ilusão da última vez (não sei porque). Explico. As mercadorias no país do mate são bem caras, a alimentação então… além do que a gastronomia não é o forte do país (explico abaixo). O preço das roupas, dos produtos tecnológicos e do transporte público são bastante elevados. Não vale a pena ir para fazer compras. Não mesmo! Por isso quase não trouxe nada. Fiz só uma ousadia e comprei um tênis da Reebook (o clássico, quem lembra? é que em BH não se encontra mais). Comprei porque já estava namorando o tênis desde 2012 e porque recebi um desconto de 40% (aí quem resiste rsrs).

Um ponto que não poderia deixar de comentar: alimentação. Gente, juro, acho que ser vegetariano no Uruguay é mais pecaminosos que casar com o irmão (brincadeira). Fato é que o país é especialista em carne bovina, de cordeiro, de carneiro e frango. Assim, tentar encontrar uma opção saudável pode ser bastante complicado e frustrante. A salada deles é muito limitada e sair do alface e tomate é coisa rara por lá. Não sou vegetariana, mas tenho optado por uma vida saudável, então foi meio tenso essa questão por lá. Encontrei apenas 3 lojinhas de produtos naturais; uma em Montevideo (Canela, na calle Perez Castellano, na mesma rua do nosso hotel) e duas em Punta (Sin Azucar e Dieta, uma bem pertinho da outra). Claro que ia correndo para comer algo além de papas fritas e asado. Em Piriapólis, no restaurante Don Quijote, foi onde comi melhor e mais leve. O café de lá também não é bom. Aí já imaginou… cafezeira como sou, foi duro beber por várias vezes café com gosto de filtro velho (mesmo o espresso!!!!). Eles não tem tradição com o café o mate prevalece.

cafeNão sou fresca com alimentação, como de tudo. A questão é que os hábitos alimentadores dos uruguaios é bem diferente do que tenho proposto pra minha vida. Nos primeiros dias fiquei meio tensa com isso e queria tentar fugir do convencional, mas não deu muito certo. Aí sabe o que eu resolvi fazer? Viver o Uruguay! Sim comer o que eles comum por lá chivitos, asados, papas fritas e atacar as panaderias. Agora, claro, já estou de volta à rotina e a vidinha com muita salada e o mínimo de carne.

Uruguay (parte 2)

Na segunda parte do relato sobre a viagem ao Uruguay, pretendo falar de dois temas importantes no planejamento de uma viagem: o transporte e os hotéis.

Falando do primeiro tópico, posso dizer que o Uruguay tem uma estrutura bastante eficiente no quesito transporte rodoviário. Além das estradas serem ótimas (boa opção para quem pretende viajar de carro), as companhias rodoviárias tem uma frota bem interessante. Utilizei algumas empresas, tal como a COT, COOM, Rutas del Sol e Tur-Este, então penso que posso falar um pouco do tema. As passagens não são caras (pelo menos isso!) e os ônibus viajam, na maioria das vezes, vazios. A passagem mais cara que paguei foi o retorno de La Paloma a Montevideo, que nos custou 344 pesos, o que seria aproximadamente 40 reais, pela companhia COT.

De Montevideo a Piriapolis também viajei pela COT e paguei cerca de 15 reais. De Piriapólis a Punta delEste viajei de COOM e paguei em torno de 10 reais, de Punta a La Paloma foram 20 reais mais ou menos pela companhia Tur-Este. Como já disse fui um dia para Cabo Polonio. De La Paloma até lá gastei cerca de 12 reais e chegando lá desembolsei cerca de 20 reais (170 pesos ida e volta) para chegar a vila de pescadores.

No início pensava que seria difícil e complicado, mas não foi; pelo contrário, foi bem simples e fácil, ainda mais porque na maioria dos lugares estava bem próximos dos terminais rodoviários.

Não tirei foto dos ônibus, mas tem uma foto aqui do caminhão que nos leva a Cabo Polônio. O que é uma aventura. Não recomendo ir na parte superior, apesar de ser uma tentação. O caminhão sacoleja muito e não é uma sensação agradável.

ImageOutro quesito importante são os hotéis, não é mesmo? Ainda mais porque a internet nos engana e podemos ter uma surpresa negativa. Vou contar  sobre cada um dos hotéis que hospedei.

Hotel 1: La Perez – Montevideo

Este hotel foi construído em 1870, fica na Ciudad Vieja e é na verdade uma casa de hóspedes. A Maria a proprietária é uma típica uruguaia, muito simpática e receptiva. Lá o café não está incluído na diária e paguei cerca de 7 dólares cada pelo desayuno. Vou dizer, valeu a pena. Aliás, foi um dos melhores cafés que consumi por lá. Pedi 2 vezes e  arrependi de não ter pedido por mais dias. Estou dizendo pedindo, pois ela só prepara o café se for solicitado, senão, você deve buscar em uma das panaderias da Ciudad Vieja que logo cedo estão fechadas 😦  Uma das vantagens do hotel é que ele fica no coração da Ciudad Vieja, na rua do Mercado del Puerto. Então senti muito a da vida do povo da cidade mesmo. No começo achei estranho, mas logo já estava no clima da cidade. Encontrei este hotel no site Decolar.com

Hotel 2 – Hostel Piriápolis – Piriápolis. Este hostel é beeeem simples, mas foi bem confortável também. O único problema que ele só tem opção de banheiro coletivo, mas que estão sempre limpos e higienizados. Se hospedar em hostel no Uruguay é uma opção de viagem dos nativos e o local estava cheio de famílias, principalmente de pessoas mais velhas (pasmem!). Fiquei pensando que antes de ser hostel, o local devia ser uma pensão. Um problema que tiveno local foi o café da manhã, bem ruinzinho. Um pão, um copo de leite e geléia. Consumi só um dia e no outro tomei o café na rodoviária.

ImageHotel 3 – El Viajero – Punta Del Este

Este  foi um dos melhores hotéis da viagem. Optei por um quarto privado e nele tinha banheiro e televisão (gente já fazia uma semana que estava sem tv e sem net, foi um detox forçado dos meios de comunicação). Este hostel é mais jovem e recebe muitos brasileiros. Gostei tanto da estrutura que penso em me hospedar em outros hostels da rede El Viajero. O café não era lá essas coisas, mas deu pro gasto. Mas só comi lá um dia, no outro fui a melhor padaria do mundo que ficava do ladinho do hostel.

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Hotel 4 – Hostel Ibirapitá – La Paloma. Este certamente foi o pior hostel da viagem. Ao consultar informações do hotel parecia bacana, mas foi um lixo e, pior, cobraram uma fortuna. Não bastasse o lugar ser ruim, era caro (96 dólares, pasmem!!!!). E eu achando que seria o mais bacana, doce ilusão! Só para dizer algumas coisas: fiz a reserva pelo Hi.Hostel e tinha um valor, cheguei lá a mocinha nos disse que o valor da reserva era o valor de sócio e que por isso deveríamos pagar 50 dólares a mais; o quarto fedia mofo e nem o bom ar e o incenso resolveram o problema; a água esquentava por calefação, assim, quando havia um fluxo grande de pessoas tomando banho, o que acontecia? A água esfriava… No primeiro dia, foi banho de água fria; o café era servido na varanda que ficava ao lado da rua, ou seja, comemos junto do cheirinho de poeira de asfalto. Não recomendo, jamais!

Hotel 5 – Hotel Bahamas – Montevideo Este certamente foi o melhor hotel da viagem e já previa isso, aliás, escolhi ele por este motivo, queria um conforto depois de dias andando pra lá e pra cá. O Hotel Bahamas fica afastado do centro, mas isso não foi um problema, como já tínha  hospedado por lá nos primeiros dias; a vantagem era que ele é bem próximo ao aeroporto (o nosso voo era às 6:50 da manhã) e isso foi uma boa opção. Nas proximidades do hotel a única coisa interessante é o Parque Roosvelt, de resto é bem ermo e sem muitas opções de lazer. Por isso, se quer conhecer a capital do país não fique lá, escolha uma opção mais central.

Em síntese, foi isso. Utilizamos os sites Decolar.com e Hihostels para fazer as reservas. Fiz isso com um mês de antecedência. Isso é bem importante, pois o verão no Uruguay está tudo muito cheio.

E você já esteve em alguma dessas cidades? Conte  como foi.

Um abraço.

Uruguay (parte 1)

Vou inaugurar aqui no blog a tag #viagem. Eba!!! Claro que não viajo tanto quanto gostaria mas sempre que planejo um passeio, gosto de pensar em cada detalhe para não ter problemas. E foi isso que aconteceu. A viagem foi cheia de surpresas boas.

Neste verão fui para o Uruguay, país de Mujica e da cultura gaúcha mais forte que conheço. Fui a primeira vez em julho de 2012 (no inverno e um frio do cão, com a temperatura média de 5 graus) e gostei tanto que resolvi desta vez ir no verão. Fui  no dia 31 de dezembro e voltei no dia 12 de janeiro, cheia de histórias e sensações para contar.

Neste post inicial vou contar mais rapidamente sobre o  percurso e depois vou detalhar as etapas da viagem. Penso ser importante compartilhar essas informações aqui, pois em minhas pesquisas não encontrei  muitas notícias sobre a  trajetória que pretendia percorrer. Assim se alguém quiser traçar uma rota por lá pode encontrar algumas dicas por aqui! 🙂

Nesses 13 dias fomos para Montevidéu, Piriapolis, Punta Del Este, La Paloma e Cabo Polônio. O Uruguay não é um país muito grande e isso facilita as idas e vindas pra lá e pra cá. A viagem até Montevidéu foi pela Gol e por lá utilizei muito os terminais rodoviários e as companhias locais.

Outro ponto que facilita bastante é a língua. Como sabem estudo espanhol e, claro, gastei todo o espanhol que tinha rsrs, mas  mesmo quando não falava o castelhano eles entendiam. Vários uruguaios falam o português ou arranham o portunhol.

Só pra dar um gostinho vou postar algumas fotos que fizemos por lá e nos próximos posts pretendo falar dos hotéis que ficamos hospedados, dos ônibus, da gastronomia, dos gastos. Espero que gostem!

 Piriapolis.jpgPuntaDelEste.jpg

LaPaloma.jpgCabo Polonio

Ps: Todas as fotos foram feitas por mim, ou seja, se deseja dar crédito as fotos basta colocar: Fernanda Coutinho.

Dica: utilizei o BeFunky para editar as imagens.