Singelezas

Mudei o nome do blog (5Vícios) e resolvi mudar de atitude em relação a ele. Faz mais de um ano que não posto nada. afff.

Gosto muito da blogsfera sigo vários blogs co frequencia (Chata de Galocha, helloLlolla, A life less ordinare, Gregororidades, CactusTree e outros – mas esses são “o do momento”)  e descubro novos a cada dia (Deleedela)!!!

Sempre me irrita a ideia de pensar que não me dedico muito a atividade de escrever. Registro minha vida e compartilho por imagens. Por isso, minhas redes de sociais que tiveram mais sucesso (pra mim mesma) e mais regularidade na dedicação foramInstagram e Flickr.  Me ocupam/ocuparam muito tempo. Às vezes, porém, desejo incrementar palavras. Dizer das singelezas que acontecem no cotidiano e, que, muitas vezes, nem relevamos. A ideia de mudar o nome do blog parte disso. Ficar leve. Falar de várias coisas que enchem a minha vida de singelezas. A vida, é pleonástico dizer, é cheia de desafios, de incertezas, de dores e de muitas tristezas. Chiclé dizer Carpe Diem? Não é disso que estou falando! Neste espaço quero publicar coisas leves, momentos simples e cheios de significado, expor sensações com coisas gostosas: café, vinho, receitas experimentadas, passeios gostosos…  Isso,  penso eu, amplia a minha ideia germinada no ano passado.

Conseguirei sobreviver?

Para começar, vou compartilhar um texto  lindo e singelo. É um Mimo. Mimo é uma coleção de livros da Editora Autêntica.

“Um mimo é um dom. Uma dádiva. Um agrado. Uma graça. Um mimo não é nada. Mas pode ser muito. Não tem cálculo.Nem intento. Não é pensado. E contudo: escolhido a dedo. Um mimo é generoso, gentil, delicado. Uma joia rara. (Mas não cara). Para alguém que faz anos. Ou sofreu desenganos. Mas também a pretexto de nada. Simplesmente porque você gostou. E lembrou de alguém que gostaria. Porque você botou o olho e pensou: é isso! Um mimo não é um objeto de desejo. Porque não é para si. É para outrem. E não é para ostentar É pra dar. Discretamente. Na cumplicidade de amizade. Ou na clandestinidade de um amor. Não é para grudar como um tesouro. Porque não é pra dentro, mas pra fora. E não é da ordem da usura, mas da generosidade. É gratuito. Não espera nada em troca. Mas sem que você o saiba, acaba depositado. No fundo perdido do dom universal. Até que um dia, do nada, quando menos esperava, você recebe um. E o circuito se completa, mas também recomeça. E a lei do mimo se cumpriu. Quem mima mimado será”.

Desejo assim, que esse blog seja um Mimo singelo.

Está decretado a partir de agora, que este blog declarará um tributo ao singelo.

Um abraço para quem chegar.

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