Literatura

Nossa! Como o tempo voa! Nem me dei conta que os meses estavam passando e eu deixei esse canto totalmente abandonado.
Olha que nem foi por falta de atividades, mas por total falta de tempo.
Depois que o semestre começou tudo ficou meio louco.
Na tentativa de atualizar esse blog, vou contar um pouco do que andei assistindo e lendo.
Depois de alguns meses terminei de ler Todos os Nomes de José Saramago. Mais uma obra inesquecível desse senhor português. Demorei mesmo, mais por falta de vergonha do que pelo meu envolvimento com o livro. As palavras, os mistérios, a imaginação e as sensações desse livro nos deixam em alguns momentos estáticos, querendo que o “herói” Sr. José logo encontre o mistério. Sr. José é um funcionário da Conservatória Geral e resolve colecionar a história de pessoas famosas, até se deparar com um nome completamente desconhecido. Um trabalho de pesquisa que exige um folêgo danado (até para os leitores).
Finalizada a leitura, peguei na minha pilha de livros (que compro e ficam a espera para ser lidos), outro, também de um português, mas o “da hora” é o Gonçalo M. Tavares. De sua Tetralogia O Reino, estou lendo “Aprender a rezar na era da técnica”. Quando fui a livraria (Quixote, diga-se passagem, a minha favorita na cidade) me disseram que o texto era similar ao do Lourenço Mutarelli (aquele do Cheiro do Ralo, Arte de Produzir Efeitos sem Causa, Miguel e os demônios e outros). Ainda não terminei de ler, mas até o momento o Dr. Lenz (personagem principal da estória) tem me convencido. Ele e seus dramas éticos. Assim que terminar posso contar um pouco mais sobre esta leitura.
Acho que estou mesmo gostando de textos portugueses, sejam os metropolitanos ou os colônias. Está lista também na lista também “A gloriosa família” de Pepeta. Depois eu falo sobre ele, pois este merece um tópico especial.