O Artista

A produção francesa que entrou em cartaz nos cinemas de Belo Horizonte na última semana, conta a transição do cinema mudo para o cinema falado, entre a década de 20 e 30. Nascido para ser clássico, não me convenceu. O filme que reproduz uma época (observe reproduz uma época e um estilo de filme, portanto, não é um filme de época) conta como foi difícil aos atores se adaptarem as novas atuações para o cinema.
A principal cena do filme, é o sonho de George Valentin quando ele começa a ouvir os sons. É demais!
Fora isso, o filme tende a ser romantico demais, sem nexo demais e casativo demais.
Foi bem diferente das minhas expectativas…
Agora, se convenceu a acadêmia do Oscar isso é verdade, vejam quantas indicações:
Melhor Filme
Melhor Diretor (para Michel Hazanavicius)
Melhor Roteiro Original (para Michel Hazanavicius),
Melhor Ator (para Jean Dujardin)
Melhor Atriz Coadjuvante para (Bérénice Bejo).

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