Wood Allen

Minha relação com esse diretor é de amor e de ódio. Gosto de alguns de seus filmes, não vou dizer de todos, pois isto faz parte do ódio. Mas como ia dizendo, gosto de alguns de seus filmes, dos diálogos irônicos, da trilha sonora regada à jazz. Espero as estreias, assisto a suas primeiras produções e tento compor o que a cada filme gosto e desgosto em suas obras. Esse fim de semana assiti a “Testa de ferro por acaso” (1976) e mais uma vez confirmei o que odeio em seus filmes. É simples: não suporto do Allen ator, o papel se repete de forma cansativa, como se você já soubesse o que acontecerá na próxima cena.
Prefiro os filmes em que alguém o representa (Tudo pode dar certo ou Meia noite em Paris) ou quando nenhum dos seus tiques chegam às telas (Match Point e Vicky Cristina Barcelona).
Sei que assim o número de fitas de diretor podem ficar reduzidas, mas como disse minha relação é de amor e ódio e assisto mais uma pelicula para saber com qual desses sentimentos vou bater o martelo. Ainda não decidi.

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